A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 26/04/2020

Aos poucos as mulheres estão conseguindo espaço no mercado de trabalho, muitas optam por abrir seu próprio negócio pois dentro das  empresas elas não encontram igualdade de poder, em 49 países que participaram da GEM 2018, o Brasil é o 7º com maior proporção de mulheres entre os empreendedores iniciais, com mais de 3,5 anos.

Uma verificação recorrente é de que, independente do gênero, a pessoa com maior nível de escolaridade tem mais chances e oportunidades de inclusão no mercado de trabalho mas as mulheres ainda ganham menos para realizar o mesmo tipo de trabalho, e os cargos de chefia e com melhores condições são destinadas aos homens.

Consolidar a vida profissional e as atividades da vida pessoal ainda é um desafio e muitas vezes impossível para algumas mulheres trabalhadoras. Esse provavelmente é um dos principais fatores que favorecem a perpetuação desse panorama desigual.

O sexismo deixa claro o preconceito ainda presente no século XXI, o que acaba criando uma desigualdade ligada ao sexo, ocasionando conflitos de opinião dentro dos lares. Desse modo, a estrutura familiar criada na antiguidade, em que a mulher era responsável pela gestão da casa e da criação de filhos não faz mas sentido no mundo contemporâneo, isso fica claro pelas novas estruturas familiares que surgiram no Brasil e no mundo.

As mudanças são necessárias nas condições de trabalho e que a discriminação deve diminuir. O Ministério da Economia (ME) em conjunto com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive o debate, sugerindo ao telespectador criar hábito de debater temas históricos e aprender com o passado. Somente assim, será possível reverter essa situação, além de promover socialmente as mulheres.