A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 26/04/2020

A presença feminina no mercado de trabalho ainda é um acontecimento recente, no passado as mulheres eram quem cuidava do lar e dos filhos, cozinhava, limpava e arrumava, essas eram as tarefas diárias de uma mulher antigamente.

Porém, agora muitas mulheres que trazem o sustento ao lar, ou seja, além de limparem, cozinharem e arrumarem a casa elas ainda trabalham. Mas o que fazer quando você tem oportunidades menores no mercado de trabalho? A solução é recorrer a cargos mais baixos que o seu para não ficar desempregada e ainda receber salários menores que o de um homem que trabalha no mesmo cargo que você.

Frustante, não? essa é a realidade da maioria das mulheres brasileiras, que ocupam 44% dos cargos formais, mas mesmo assim ainda são as que mais sofrem com o desemprego (6% para elas e 5,2% para os homens). Para resolver este problema muitas recorrem á autonomia, que tem uma boa taxa participação de mulheres ( 46% segundo a Global Entrepreneuriship Monitor).

Para a maior participação das mulheres no mercado de trabalho é necessária a valorização da mulher e de seus direitos (por exemplo, na área da saúde elas ocupam mais de 57% dos cargos), a efetivação de leis sobre a igualdade salarial e maior número contratações de gestoras do sexo feminino em sua área de atuação.

A mulher e o mercado de trabalho não devem ser assuntos distintos, é necessário fortalecer essa integração, pois ela contribui significativamente para o sucesso do negócio, agregando diversidade a equipe, competência, produtividade, entre outras habilidades. Sendo assim, é fundamental adotar práticas para incentivar isso.