A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 25/04/2020

No Brasil, a participação econômica das mulheres só aumenta, e é notável sua responsabilidade no sustento familiar. Todavia, a remuneração dos cargos em comparação aos homens está em defasagem, visto que o mesmo emprego recebe salários diferenciados, de forma que o sexo feminino recebe em média cerca de 70% menos que o sexo masculino.

Isso ocorre principalmente por aspectos sociais e históricos, inseridos desde o início da sociedade, nessa conformidade, as mulheres ainda acumulam os papéis de cuidar da casa e dos filhos, tendo isto como uma obrigação básica, desta forma, conciliar um cargo profissional com as atividades de casa se torna um pesaroso desafio.

A quantidade de mulheres que trabalhavam há 100 anos atrás eram escassas, e as oportunidades de trabalho fora de casa era quase inexistente, mas após as guerras mundiais, as mulheres foram ‘obrigadas’ a laborar em cargos que antes eram somente destinados a homens.

Com o passar dos anos, o movimento feminista, iniciado na Revolução Francesa, tomou lugar na sociedade em contrapartida ao machismo instaurado a séculos. Atualmente, o feminismo se tornou um dos assuntos mais discutidos mundialmente, já que seu objetivo final não é bem compreendido. O feminismo tem ideais em contrapartida ao machismo, e acredita em igualar homens e mulheres; porém existem questões adicionais ao movimento.

O machismo sempre esteve, e permanece presente em todos períodos, de forma que as mulheres são vistas como incapazes de exercer determinados serviços, por ser considerado ‘coisa de homem’, e não há forma de modificar isso a não ser iniciar essa mudança dentro de casa, e nas escolas, de forma que as próximas gerações tenham mais mulheres ativas em empregos, e não apenas mantendo seus lares.