A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 23/04/2020
Lutando pelos seus direitos
A mulher sempre foi vista como quem devia cuidar das coisas da casa e dos filhos, e o homem que deveria trabalhar e atuar como o provedor da casa, mas as coisas foram mudando e as mulheres começaram a ter seu poder dentro do mercado de trabalho, mas ainda enfrentando muitas dificuldades.
A partir da segunda metade do século 18, com a Revolução Industrial, as mulheres começaram a trabalhar, mas ainda vistas como a renda secundaria da casa, deixando claro que o capitalismo se aproveita do mão de obra mais barata em relação a mulher, sendo desvalorizadas até hoje. No artigo 5 da Constituição Brasileira diz que “homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.” Na prática, isso não é seguido pelo governo, nem pela população, pois mesmo sendo uma figura importante, a mulher é vista como a sombra do homem.Um fato que comprova essa afirmação é que, dentre 38 presidentes da república brasileira, apenas 1 foi mulher, ou seja, a mulher sendo considerada incapaz de ocupar cargos altos, pelo povo.
No mercado de trabalho isso é refletido no salário, pois os trabalhadores do sexo feminino recebem uma quantia menor em relação ao homem, com isso, dentro das empresas as mulheres não encontram igualdade de poder. A analista do Sebrae Minas, Jaqueline Lima, ressalta que, em uma sociedade patriarcal, é comum que empresas lideradas por homens mantenham uma visão de que a mulher pode ganhar menos.
Portanto, não há uma única solução para resolver a questão da desigualdade feminina no mercado de trabalho, poderia começar com uma divisão do trabalho doméstico entre o casal, é algo que não tem custo pode ser realizado por qualquer homem lavando louça, arrumando a casa, fazendo comida, isso traz mais qualidade de vida para mulher a valorizando, contribuindo com um maior tempo livre dedicando esse tempo a ela e a sua carreira profissional .