A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 22/04/2020
Apesar da Constituição Cidadã que foi criada em 1988, ainda existem as diferenças e preconceitos contra a mulher, principalmente no mercado de trabalho, onde, apesar de que é muito comum ver mulheres trabalhando hoje em dia, a dificuldade e o desprezo que elas sofrem persiste nessa sociedade arcaica. Por certo, as mulheres sofrem esse preconceito a longo prazo, pois suas funções antigamente se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos.
Mas este fato começou a ter mudança a partir da segunda metade do século XVIII com a Revolução Industrial, onde as mulheres começaram a ajudar nas indústrias, como mão-de-obra barata, e isto inseriu definitivamente a mulher na dinâmica produtiva. Porém, a diferença salarial era bastante, as mulheres recebiam 60% dos seus salários a menos que os dos homens.
Da mesma forma como vivem hoje em dia, onde apesar da diferença salarial entre homens e mulheres ter diminuído, ainda existe discriminação nessa sociedade patriarcal, em que a população machista pensa que só os homens devem suprir a casa e o meio onde vive. Pesquisas afirmam que as mulheres se sobressaem mais que os homens no mercado de trabalho, entretanto por causa do preconceito de gênero, as mulheres possam estar exercendo a mesma função do homem, mas o mesmo ainda ganha o salário maior. Em suma, torna-se evidente que apesar da mulher se sobressair no mercado de trabalho, ainda existem preconceitos contra ela.
Desse modo, cabe à sociedade civil, o apoio às mulheres e aos movimentos que protegem as mesmas e defendem os seus direitos, expondo a postura machista da sociedade. Além disso, passa a ser a função das instituições de educação promover aulas de Sociologia e História, que enfatizam a igualdade de gênero, por meio de palestras, materiais históricos, com o intuito de amenizar e, futuramente, acabar com o patriarcalismo.