A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 26/04/2020
A luta pela igualdade de gênero entre mulheres e homens percorre toda a História, como na Declaração de Direitos Humanos promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1948. Ainda que tenha aumentado o número de mulheres no mercado de trabalho brasileiro, um pensamento arcaico e machista é constantemente presente na sociedade. Sendo assim, é necessário que os direitos concedidos pela Constituição de 1988 sejam eficazes, para que a igualdade seja alcançada.
Primeiramente, o preconceito que as mulheres sofrem é a longo prazo, e mesmo em pleno século XXI, para uma parcela significativa da sociedade, as funções de uma mulher se limitam em cuidar da casa e da família. No entanto, a cada dia mais, as mulheres buscam inserir-se no cenário mercadológico, e provam sua eficiência, produtividade e importância.
Em segundo lugar, mesmo que a presença das mulheres tenha aumentado, as diferenças permanecem em outros quesitos, como o salarial. Fruto de um sistema patriarcal, os homens ainda ocupam a maioria dos cargos superiores. Ademais, por conta dessa discriminação, mesmo que ocupem as mesmas funções, a figura masculina recebe salários maiores.
Conclui-se, portanto, que a luta feminina é de extrema relevância para o alcanço da igualdade. Desse modo, é papel do Estado coibir políticas discriminatórias e apoiar os movimentos que buscam a garantia de seus direitos. Além do mais, é fundamental a Escola promover aulas de História e Sociologia, que enfatizam a importância da igualdade de gênero.