A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 23/04/2020

No processo de colonização do Brasil ocorreu a formação da estrutura do mercado de trabalho. Esse etapa teve como base a escravidão , na qual os homens desempenhavam o serviço braçal e as mulheres realizavam atividades domésticas. Isso ajudou a solidificar uma ideia de que elas devem se limitar a essas atividades, assim gerando uma visão retrógrada, machista, que acarretou em consequências para os dias de hoje, tais quais: as mulheres têm dificuldade em arrumar emprego e possuem salários inferiores aos homens.

Em primeira análise, essa ideia influencia principalmente no momento de contratar alguma mulher em um ramo de trabalho que difere do que a sociedade acredita ser “certo” para ela. Assim, ocorrendo uma disparidade entre o número de mulheres e homens desempregados. Com isso, as mesmas são desfavorecidas, e não possuem uma renda mensal constante. Isso prejudica a qualidade de vida da mulher enquanto cidadã brasileira ferindo a Constituição Cidadã 1988, a qual garante que todos são iguais perante a lei.

Somado a isso, tem-se a ideia de que a mulher deve cuidar da casa e dos filhos e cônjuge. Aliado, também, a isso temos um grande preconceito por parte das empresas ao contratar mulheres, por elas terem que pagar a licença maternidade. Ou seja, a mulher brasileira no século XXI tem uma renda mínima e uma demanda grande para tal renda.

Portanto, para melhorar a situação da mulher no mercado de trabalho brasileiro, o Estado deve, como está previsto na Constituição Brasileira de 1988, criar leis para forçar á inserção das mulheres, de forma igualitária, na sociedade, e consequentemente na sociedade. Para que enfim, essa visão retrógrada que persegue a realidade do Brasil seja superada.