A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 23/04/2020
O Brasil, durante sua história, foi marcado por diversos conflitos sociais. Nesse contexto, vale destacar a mulher brasileira no mercado de trabalho que, por conta de preconceitos históricos e a inefetividade dos direitos constitucionais, assolam substancialmente a parcela da sociedade. Logo, faz-se improrrogável a análise dessas causas, com o fim de garantir o desenvolvimento nacional, um direito garantido pelo artigo 3° da Constituição Federal.
Em primeiro plano, os impactos históricos enraizados com ênfase na literatura romântica. com uma visão idealizada do mundo. A realidade, para ele, é desesperadora visando a mulher como (virgem, frágil, bela e submissa), relatado no contexto da “Belle Époque” e ainda com os mesmos ideias no filme “Estrelas Além do Tempo” formulando o papel representativo feminino para o desenvolvimento da corrida espacial, em contrapartida comportamentos, hábitos, princípios e outros ideais obsoletos e ultrapassados reflete impactos até os dias atuais, impactando nas desigualdades sociais.
Na obra literária “ O cidadão de papel”, o célebre autor Gilberto Dimenstein aborda acerca da inefetividade dos direitos constitucionais, sobretudo, no que se refere à dificuldade de acesso aos benefícios normativos. Nessa ótica, a conjuntura dessa análise configura-se no Brasil atual o crescimento de trabalhos informais, haja vista que o direito democrático independe de gênero e raça, em especial direcionada ao mercado de trabalho e suas disparidades salariais, tratamentos subversivos entre outros fatores. Esse descaso se deve a falhas na constituição e ao padrão saudosista. Logo, faz-se necessário maior atenção social para esse plano conflituoso.
É evidente, portanto, que a disparidade da mulher brasileira no mercado de trabalho é agravada por um contexto histórico enraizado e ao saudosismo antidemocrático. Logo, é necessário que o Governo e sindicatos trabalhistas tornem tais obras constitucionais, econômicas e educacionais com lados envoltos na saúde coletiva mais transparentes e alcançáveis a sociedade. Para isso, ele deve reformular leis trabalhistas com cotas em empresas públicas-privadas e informais, beneficiando com incentivos e visibilidade social, de forma que, com maior oferta a um mercado igualitário, ampliando a visão ao contexto educacional. como aspecto corretivo a sociedade possa ressignificar os estigmas implantados partido da permanência para a extinção.