A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 18/04/2020

As mulheres exerceram no antigo Egito um papel muito importante na sociedade. Praticamente tinham os mesmos direitos que os homens, onde chegaram a ocupar até o espaço de governanta, o que não era comum em outras civilizações da mesma época. No contexto atual, sabe-se que a mulher brasileira não tem tanto destaque no mercado de trabalho, tornando-se o sexo injustiçado.

Em uma primeira análise, pesquisas do instituto brasileiro de geografia e estatísticas (IBGE), revelam que as mulheres já são maioria na sociedade, em média há uma relação de 96,7 homens a cada 100 mulheres. No entanto, o sexo feminino corresponde a maioria em comparação a quantidade, porém, são inferiores ao tratar-se de ocupação no mercado de trabalho relacionado ao sexo masculino.

Em uma segunda análise, observa-se que a mulher brasileira ainda não alcançou seu devido e merecido lugar no mercado de trabalho. Não há dúvidas que isso é explícito nos dias atuais, onde percebe-se que são inúmeras as diferenças, desde o processo de contratação, cargos ocupados nas empresas, desigualdade de salários em cargos iguais, alguns benefícios e entre outros.

Diante disso, nota-se que mudanças de logo e curto prazo são necessárias para reverter essas atitudes machistas. Portanto, o Governo Federal deve cobrar o cumprimento de leis que garantam a igualdade através de fiscalizações, com intuito de assegurar a igualdade entre homens e mulheres, assim como era no Egito antigo, o que tornará possível a diminuição na desigualdade de gênero, consequentemente haverá um mercado de trabalho mais justo e igualitário.