A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 18/04/2020

Embora a Constituição Federal de 1988, assegure a igualdade de homens e mulheres no âmbito trabalhista, a figura feminina passa por grandes adversidades desde os primórdios até os dias atuais. Além disso, enfrentam desde sempre preconceitos sociais e culturais.

A priori, tendo em vista a realidade supracitada, o trabalho da mulher passou por diferentes fases ao longo de sua história. Essa visão condiz com o período da Grécia antiga, cuja as mulheres, por questões culturais, não eram consideradas nem cidadãs e seus “trabalhos” deveriam estar ligados às tarefas domiciliares e à procriação. Similarmente, esse descaso e preconceito de gênero, esteve presente na vida das brasileiras por muito tempo.

Ademais, é importante salientar que, por mais que várias leis já foram promulgadas, a ideia de igualdade de sexo no trabalho, deixa de ser fática para ser teórica. Mesmo no Brasil hodierno, a ideia de “sexo frágil” ainda é atribuída por muitos, sendo uma visão limitada, pois já existem inúmeras mulheres que, através de seus trabalhos, representam a luta que todas passam por seu direito de espaço. Da mesma forma, um grande exemplo é Frida Kahlo- artista mexicana que expressou assuntos e sentimentos femininos, indubitavelmente oprimidos em sua época.

Em suma, é evidente o preconceito social que as mulheres enfrentaram e enfrentam no âmbito trabalhista. É necessário que o governo disponibilize fiscalizações nos trabalhos, a fim de garantir os direitos feministas, propostos em leis já existentes. Paralelo a isso, é imprescindível que não só mulheres, como também homens, continuem lutando, através de protestos, para haver igualdade de gênero, com o intuito de gerar efeitos positivos, não só no mercado de trabalho, mas também em toda a sociedade brasileira.