A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2020
É notável que houve avanços nas últimas décadas, porém as mulheres ainda enfrentam muitas dificuldades. Por anos as mulheres vem lutando por seus direitos, ter as mesmas oportunidades de emprego, de se expressar entre outras. Atualmente a briga é por salários mais justos, diminuição de hábitos machistas e preconceitos.
Em primeiro plano, a diferença salarial entre homens e mulheres é algo notável e está presente em todas as profissões. Segundo o IBGE mulheres ganham em média 20,5% menos do que homens. Além disso as mulheres que representam 51,7% da população faz parte apenas de 45,6% das ocupações de emprego e isso não é por causa que as mulheres procuram menos por emprego, pelo contrário pois no quarto trimestre de 2018 52,1% das pessoas que procuraram emprego eram mulheres segundo o IBGE.
Ademais, hábitos machistas que ainda permanecem na sociedade acabam sendo um grande desafio na vida das mulheres. Sendo eles o fato delas terem que enfrentar uma jornada de trabalho inteira e mais meio turno em casa todos os dias para fazer atividades domésticas. Segundo dados do IBGE as mulheres gastam semanalmente 20,1 horas com trabalhos domésticos e homens apenas 10,9.
Logo, cabe ao Ministério da Educação ensinar nas escolas que todos temos as mesmas capacidades, para assim as próximas gerações irem deixando aos poucos os hábitos machistas de lado. Por parte do Ministério do Trabalho cabe fazer leis mais rígidas e justas referente a licença maternidade e período após essa licença,pois muita mulheres tem dificuldade de permanecer em seus empregos após engravidar. E por fim cabe a mídia mostrar e incentivar mulheres que estão dando a volta por cima, para assim encorajar outras mulheres, pelo simples fato de estarem recebendo mais valor.