A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2020
Desde antes do nascimento de Cristo, a mulher era considerada um ser inferior e tinha que ser submissa ao patriarca da família. Essa mentalidade foi cultivada durante muitos anos, e mesmo em 1943 que foi quando as mulheres, no Brasil, ganharam o direito de trabalhar sem precisar da permissão de seus maridos elas ainda eram consideradas inferiores no mercado, recebendo salários menores que os homens, coisa que se mantém até hoje em alguns pontos da sociedade. Com muito esforço e sofrimento durante a história da humanidade,a mulher aos poucos foi conquistando os mesmos direitos e papéis na sociedade do que os homens. Porém, até os dias atuais, conseguimos ver as marcas deixadas pela sociedade patriarcal, e como isso afeta diretamente o mercado de trabalho. A batalha feminina por um lugar no mercado de trabalho tem deixado marcas na história. De acordo com o IBGE, o número de mulheres profissionalmente ativas entre 1940 e 1990 saltou de 2,8 para 22, 8 milhões. Infelizmente, esta conquista ainda não está completa, vista a diferença entre salários de homens e mulheres (elas recebem em média 75% do salário dos homens), esses dados deixam claro os vestígios deixados pela sociedade com pensamento machista no nosso mundo contemporâneo. Fica evidenciado que de fato, só haverá participação ativa e igualitária das mulheres no mercado de trabalho, quando a igualdade de gênero se tornar realidade. Isso só ocorrerá quando houver a união e esforços para apoiar iniciativas de empoderamento feminino no mercado de trabalho brasileiro. Tais como campanhas realizadas pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.