A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2020
Desde sempre, as mulheres passaram por dificuldades no mercado de trabalho. Antigamente, eram somente donas de casa e mães. Entretanto, o avanço da inclusão feminina foi melhorando ao longo do tempo. Porém, na atualidade, as mulheres recebem salários menores do que os homens, e além de trabalharem, precisam realizar tarefas domésticas. E esta situação deveria ser discutida e trabalhada pela sociedade para corrigir a desigualdade entre sexos no mercado de trabalho.
A partir da década de 1940 foi quando começou a industrialização no Brasil, necessitava de mão-de-obra abrangente, surgindo a participação feminina. Mesmo as empresas valorizando o trabalho das mulheres, ainda recebiam salários baixos para que maximizasse o lucro das empresas. Mesmo ter melhorado a diferença salarial entre gêneros, ainda tem essa desigualdade. De acordo com o IBGE, a média mensal salarial dos homens é R$2.306, enquanto o das mulheres é R$1.764.
Um grande obstáculo principalmente para elas, é que adiante do serviço, precisa realizar as tarefas domésticas. Segundo o IBGE, a média horária das mulheres é 20,9 horas semanais, enquanto o sexo masculino é 11,1 horas semanais. Além disso, nove de dez mulheres exercem tarefas de casa, enquanto apenas sete de dez homens realizam a jornada dupla. Por conta de aspectos históricos, a sociedade machista pensa que quem tem que cuidar das famílias e dos lares são as mulheres.
Isso pode ser melhorado se houver uma fiscalização da aplicação das leis que proíbem a desigualdade salarial, logo o mercado de trabalho torna-se mais justo com as mulheres. E poderia mudar a ideologia da sociedade de que a mulher é cuidadora da casa e família, por meio da educação, através de palestras e debates. Para que, a participação feminina colabore com a economia nacional, e sendo assim, promovendo a igualdade de gêneros no mercado de trabalho.