A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 08/05/2020
De acordo com a Revolução Industrial no século XVIII, com o aumento da mulher no mercado de trabalho, foi possível diminuir a regra de que apenas o sexo masculino poderia realizar a mão de obra assalariada. Porém, embora esse grande avanço ainda persiste uma desigualdade de gêneros no ambiente de trabalho. Diante disso, deve-se perceber a falta de efetividade das leis brasileiras e a falta de políticas públicas que valorizam a igualdade entre os gêneros. Primeiramente, a falta de efetividade das leis brasileiras é um problema que da na persistência da desigualdade entre os gêneros no mercado de trabalho. Isso porque, antes da Revolução Industrial a mulher tinha como obrigação as tarefas do lar. Porém, na atualidade essa prática houve algumas mudanças; mas, ainda os melhores salários e empregos são destinados aos homens. Por exemplo, na esfera pública apenas no ano de 2014 que o Brasil teve a primeira presidente mulher - Dilma Rousseff -. Por isso, apesar da Constituição de 1988 determinar a isonomia, infelizmente na hora de se aplicar isso não ocorre. Em segundo lugar, percebe-se que, ainda, que a falta de políticas públicas que valoriza a importância dos gêneros também é um problema. Isso porque, a cultura machista ainda está muito vivida no dia a dia social e só poderá ser resolvida com a presença de debates sociais e na criação de anúncios informativos sobre a importância e valorização da mulher no mercado de trabalho. Segundo o G1, por volta dos anos 2000 houve um acréscimo desse tecido social nos trabalhos formais; Portanto, o serviço doméstico é mais dominado pelo gênero feminino. Portanto, é muito importante políticas públicas para fiscalizar as empresas com intuito de acabar e corrigir esse problema. Por fim, após os argumentos ditos acima, é dever do Ministério do Trabalho investir em fiscalizações, por meio de visitas as instituições com intuito de aplicar multas em casos de desobediência as Leis trabalhistas. Alem disso, é indispensável a criação de anúncios educativos a fim de valorizar a igualdade entre os sexos.