A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2020
A partir do século XVIII, a Revolução Industrial trouxe ao mundo a necessidade de uma maior utilização da mão de obra para suprir as demandas do capitalismo. Até então, não se utilizava do trabalho feminino mas, com o início da revolução passou a ser indispensável, pois passou a deslocar a mulher do âmbito familiar e a inserir no mercado de trabalho. Desta forma, espera-se que desde então a mulher possuísse um reconhecimento do seu trabalho porém, cada vez mais é desvalorizada no ambiente de trabalho tanto no Brasil como no mundo.
Em primeiro lugar, é indispensável dizer que a população feminina ainda é uma das que mais sofrem para conseguir um emprego de carteira assinada no Brasil. Embora elas constituam 51,7% da população total brasileira, como mostra uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2018.
Como também, o machismo estrutural presente na sociedade, faz com que milhões de mulheres não consigam um trabalho digno. E quando conseguem sempre recebem menos apesar de exercer a mesma função dentro do trabalho. Segundo dados, do IBGE referentes ao ano de 2019, mostra-se que as mulheres recebem cerca de 34% a menos que os homens no país.
Portanto, evidencia-se que a população feminina é muito menosprezada em suas atuações no mercado de trabalho. Por isso, o Ministério do Trabalho, deve exigir igualdade salarial para as mulheres que possuem o mesmo cargo dentro de instituições públicas e privadas, como também deve reservar uma parcela de vagas de emprego só para mulheres, por meio de programas na justiça a fim de diminuir consideravelmente o índice de desigualdade salarial e número de mulheres desempregadas.