A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 17/04/2020
Nos dias de hoje, é comum ver a mulher atuando no mercado de trabalho, mas antigamente não era bem assim. As mulheres, mesmo com o aumento considerável de sua parte no ramo de trabalhos, vem com a luta constante para diminuir sua desigualdade em relação as condições do homem nesse ramo.
Em primeiro lugar, deve-se lembrar que antes as mulheres eram apenas donas de casa e trabalhavam como empregadas domésticas, mas o deslocamento delas de casa para o mercado de trabalho começou com uma alteração na Consolidação das Leis do Trabalho ( CLT ) em 1944, quando o trabalho noturno da mulher passou a ser legalizado em algumas atividades, desde que seja maior de 18 anos. Nos últimos anos, ocorreu um aumento significativo deste número, em 2007 as mulheres representavam 40,8% do mercado formal. Já em 2016, esse número subiu para 44%. Os dados são do Ministério do Trabalho e são baseados em pesquisas do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
Contudo, as mulheres ainda lutam por uma igualdade no mercado de trabalho, onde o preconceito ocorre em fatores mínimos, mas extremamente perceptíveis , quando um patrão prioriza a contratação de um homem ao invés de uma mulher, ou paga um valor consideravelmente menor a mulher, se tratando de uma desigualdade no salário. Porém, elas não deixam de lutar por seus direitos dando como exemplo a marcha feminista, movimento militante que preconiza o aprimoramento e a ampliação do papel e dos direitos das mulheres na sociedade. O empoderamento feminino já as levou a grandes conquistas, uma delas é a das mulheres donas de sua própria empresa.
Portanto, os direitos femininos devem ser mais respeitados e o governo junto ao Ministério da Justiça , devem aumentar a fiscalização dessa desigualdade nos meios trabalhistas e criar leis mais rígidas que impeçam esse preconceito de uma vez por todas.