A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 18/04/2020
Durante a segunda guerra mundial,a mulher Brasileira teve a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho, ocupando a vaga dos homens que haviam sido convocados a guerra. Dentro desse espaço, houve o surgimento da diferenciação salarial entre os gêneros,sendo ainda uma realidade da sociedade atual. A luta contra a desigualdade,não é o único desafio,uma vez que as mulheres têm a responsabilidade de conciliar afazeres domésticos e o emprego renumerado.
Contudo,o movimento feminista no Brasil, começou a se reestruturar no século XX,com a tentativa de inserir a figura feminina no meio social,permitindo a elas o direito de expressar suas necessidades,com isso se iniciou a luta pelo direito à igualdade de gênero,onde infelizmente ainda é uma batalha a ser vencida. Sendo notório a hierarquia existente entre os sexos,logo que o homem ocupa cargos mais elevados,e obtém salário maior que o das mulheres,mesmo ocupando funções iguais,deixando nítido a diferenciação salarial entre eles.
O contexto histórico das mulheres no Brasil já foi bem diferente que o atual, Afinal a mesma tinha exclusividade a cuidar apenas do lar. No entanto, com sua inserção na vida profissional,a jornada de trabalho duplicou.Segundo dados do IBGE, as mulheres trabalham em média, 7,5 horas a mais que os homens por semana devido á dupla tarefa, causando desgastes físicos e emocionais em meio a rotina exaustiva e sem reconhecimento.
Diante de tal contexto, torna-se evidente que mesmo a mulher destacando-se no mercado de trabalho, o preconceito não deixou de existir. Para contornar essa situação é imprescindível a participação do governo junto ao ministério de trabalho,através da criação de leis e campanhas que reconheçam a eficacia da figura feminina no âmbito profissional, sob pena de multas as empresas que não cumprirem com o exposto.Com isso espera-se melhorias,afim de que sejam valorizadas,reconhecidas por sua competência,recebendo um salario digno e igualitário.