A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 27/03/2020
Baseado em fatos reais, a Netflix lançou uma minissérie sobre a primeira mulher negra milionária dos Estados Unidos, Madam C.J. Walker. Que tinha um sonho de ser empresária no ramo de beleza, por meio disso, criou uma fórmula para crescimento capilar, entretanto, até chegar no seu pico de sucesso, enfrentou preconceito por ser negra, mulher e mãe solteira. Nesse vies, apesar dos avanços das mulheres no mercado de trabalho, o Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras do preconceito da mulher no mercado de trabalho.
Em primeiro análise, desde a Revolução Industrial, as mulheres lutam pela sua inserção no campo de trabalho, por conta disso fizeram história, contribuindo até nos dias atuais. É notório, que o gênero feminino está conseguindo avançar nos espaços das profissões existentes. Segundo os dados dos site FolhaPe, em 1950, 14% das mulheres trabalhavam, já em 2010 o número aumentou 49,9%. Contudo, esse quadro atual ainda não é suficiente, as mulheres ainda sofrem desigualdade salarial, fazendo a mesma função do homem, outro fato são mulheres que têm filhos, a um preconceito por isso, pois a visão das empresas é que elas não conseguem conciliar a sua vida dupla; com isso, acabam dificultando sua participação plena no no corpo social.
Em segunda análise, a Constituição brasileira de 1988 proibiu a discriminação em relação a sexo. Todavia, a realidade é justamente oposta, ainda existe uma hierarquia de cargos entre homens e mulheres, cargos bem remunerados são ocupados por homem. Um exemplo disso, são chefes de cirurgiaõs liderados por homens, e chefes de enfermeiros, normalmente, liderado por mulheres. É necessário políticas públicas para a inversão dessa realidade.
Em suma, medidas relevantes são primordiais para resolver o impasse, que resulte a inversão dessa realidade. É de importância, o Ministério do Trabalho, abrir mais vagas destinadas as mulheres, em ênfase, cargos importantes, e para contribuição disso o MEC poderia abrir mais creches pelo centro, em tempo integral, para que as mães consigam levar e buscar seus filho, conseguindo assim conciliar sua vida dupla de uma maneira melhor. Só assim, o gênero feminino conseguira participar ativamente e plenamente do corpo social, e erradicar as raízes preconceituosas e continuar fazendo história assim como o exemplo da Madam C.J. Walker.