A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 26/03/2020
O Brasil é um país historicamente machista, o que é perceptível no mercado de trabalho. Apesar de ser uma norma constitucional expressa no Artigo 7°, a equidade salarial entre homens e mulheres e a contratação de mulheres para determinados cargos ainda se mostram um desafio no Brasil.
A priori, a profissional não deve ter seu salário reduzido, em comparação ao do salário do homem, em nenhuma circunstância. Entretanto, segundo o Jornal O Globo, a mulher ganha 30% menos que profissionais homens em todas as áreas do mercado de trabalho. Deste modo, a luta das mulheres deve ser focalizado, não só em sua inserção no mercado, mas também em sua permanência digna nele.
Em segundo plano, podemos analisar os baixos níveis de contratações de mulheres para serviços considerados masculinos. Nesse sentido, serviços na área de exatas e serviços que envolvem força física não possuem grande configuração feminina. Assim, profissionais qualificadas são desconsideradas para ocupar tais vagas devido ao machismo atrelado ao pensamento equivocado de que mulheres são fracas ou intelectualmente incompetentes.
Por conseguinte, cabe ao Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos redigir novos projetos de lei que combatam o machismo no mercado de trabalho. Por intermédio de emendas constitucionais, com auxílio do Ministério da Justiça, o corpo docente deve propor penas e multas mais duras para os empresários que desrespeitarem as normas da constituição, visando incluir e garantir os direitos da trabalhadora.