A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/03/2020

A História do Brasil se fundamentou em um Sistema Social Patriarcal, no qual o homem adulto mantém o poder primário. Devido a isso, a desigualdade entre os gêneros permeou em diversos âmbitos, inclusive no profissional. Apesar dessas discrepâncias estarem diminuindo no século XXI, ainda existem diferenças no tratamento de homens e mulheres.

Durante o período colonial, os senhores de engenho eram vistos como homens da mais alta hierarquia de poder da região. Em conseguinte, as mulheres, presentes em suas famílias, eram totalmente submissas a eles. O pensamento de inferioridade delas, conforme foi sendo reproduzido desde essa época, tornou-se enraizado culturalmente na sociedade brasileira.

Dessarte, essa propagação negativa dos valores morais podem ser validados observando os dados provenientes do IBGE. Eles mostram que, mesmo as mulheres representando uma maior parte da população, 52%, ocupam somente 43% do mercado de trabalho atual. Notavelmente, caso houvesse deveras a igualdade entre os sexos, a qual é prevista em constituição, esses números deveriam ser equivalentes.

Portanto, é necessário que o panorama da inferioridade feminina seja quebrado. Segundo pesquisadores da Universidade de Medicina e Ciência Rosalind Franklin, os cérebros femininos e masculinos apresentam muitas semelhanças e que não existem razões para acreditar que os gêneros possam diferenciar em capacidades intelectuais. Isso mostra que as mulheres possuem potencial para ocupar cargos de níveis elevados, os quais, estatisticamente, são mais preenchidos pelo sexo masculino.

Em suma, nota-se um papel coadjuvante das mulheres no âmbito profissional. Para reverter este cenário, o governo deve continuar a propagar medidas para conscientização da igualdade entre gêneros, de maneira que mudem os paradigmas da sociedade. Além disso, ele deve criar leis, junto ao Mistério do Trabalho, para que as empresas contratem números equivalentes entre os sexos. Dessa forma, o Brasil será uma nação justa e igualitária.