A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 05/05/2020
Segundo análises percentuais e infográficas realizadas por instituições analísticas brasileiras,entre as quais encontram-se IBGE(instituto brasileiro de geografia e estatística) e por conseguinte OIT(organização internacional do trabalho),que através de observações preliminares,divulgaram que cerca de 51,03% representa o número total de mulheres sul-americanas,e destas,segundo observações realizadas em 2016,somente 44% possuem ocupação em postos formais de trabalho.
Por volta dos séculos 18 e antecessores,as mulheres eram reconhecidas apenas pelo dever de tomar de conta dos filhos,marido e moradia,enquanto que os homens tinham a responsabilidade de sustentação e financiamento da família,todavia,a partir do período de revolução industrial,as indústrias começaram a se proliferar e a fortalecer-se,fazendo com que se tornasse cada vez maior a demanda de mão de obra,o que por fim acarretou no começo do trabalho feminino no mercado.
Sob este viés,há também a percepção de que,mesmo estando presentes na idade contemporânea,período este de grandes avanços tanto para tecnologia quanto leis trabalhistas,em se tratando da quantia de recebimento monetário,os homens ainda possuem grande vantagem em relação ao valor salarial por parte das mulheres.Contudo,com base nos dados apresentados do IBGE,na década de 50 somente cerca de 13,6% destas cidadãs eram economicamente ativas e depois de certas re-análises no ano de 2010,este número se elevou para 49,9%.
Por fim,vale ressaltar que como meio de solução e equilíbrio no mercado trabalhista entre homens e mulheres,são necessárias mudanças como igualdade salarial,reconhecimento empresarial igualitário,indiferença
nas ofertas de oportunidade,isso inclui o reconhecimento e conscientização
por parte do governo brasileiro e o ministério do trabalho,campanhas de igualdade trabalhista entre os gêneros e afins.