A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 10/10/2019
A inserção da mulher no mercado de trabalho, é um marco histórico muito importante, mesmo no contexto caótico da Revolução Industrial em que aconteceu. Entretanto, mesmo no século 21, na era tecnológica, ainda há disparidades significativas, como os baixos salários em relação aos homens que executam a mesma função e as múltiplas funções da mulher além do trabalho.
Os salários entre homens e mulheres não são justos. Com base nisso, as mulheres têm total capacidade de fazer o mesmo trabalho de um homem, em situações iguais, é claro, aos dois indivíduos, por isso as diferenças salariais não são justas. Além disso, com os dados do Ministério do Trabalho que mostra o aumento de 44%, em 2016, na participação da mulher no mercado de trabalho, vê-se o resultado da luta feminina que aos poucos conquistam o seu espaço.
Ademais, as mulheres são obrigadas ao trabalho doméstico além do trabalho exterior. De acordo com o movimento em espiral de Friedrich Engels, os eventos são cíclicos, ou seja, sempre ocorrerão de novo. Nesse contexto, o trabalho associado às mulheres séculos atrás, ainda persistem nos dias atuais como a dupla jornada: trabalhando fora e dentro de casa. Portanto, mesmo que a humanidade tenha avançado com tecnologias, ainda possui uma séria defasagem no âmbito social.
Em suma, urge ao Estado políticas públicas que reparem essa disparidade nos salários entre homens e mulheres, com ajustes salariais, bolsas auxílios mais abastadas, a fim que se estabeleça uma igualdade genuína e eficaz. Outrossim, nas escolas deve haver palestras sobre machismo dirigida ao público masculino do Ensino médio, para que futuramente esse problema melhore na sociedade brasileira e que não seja , perante à sociedade, obrigação da mulher cuidar da casa. Só então, o Brasil poderá desenvolver-se de forma plena e eficaz, sem negligenciar os aspectos sociais.