A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 08/10/2019

Durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de mulheres foram convocadas para trabalharem em fábricas, onde permaneciam por muitas horas, carregavam pesos além de sua capacidade, eram exploradas sexualmente e recebem menos que homens na mesma função. Apesar de hoje em dia haver leis que as protejam, várias ainda enfrentam ambientes hostis.

Um dos principais argumentos para justificar o salário menor perante aos homens, é de que mulheres engravidam e possuem licença de 6 meses para cuidar do bebê. A luta pela igualdade salarial não é o único problema, segundo o site BBC Brasil, 52% disseram ter sido vítimas de assédio sexual ou moral e 34% já presenciaram algum episódio. Algo totalmente repudiável pois, mulheres não escolhem ser biologicamente mulheres e também não deveriam ser obrigadas a se manterem sob situação de abuso.

Apesar de serem subestimadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) as mulheres de 25 à 45 anos com ensino superior somam 34,4%, já os homens somam 27,2%. Mostrando que academicamente estão mais preparadas que os homens que muitas vezes as humilham.