A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 30/10/2019

Antes da primeira revolução industrial as mulheres já eram desvalorizadas, após apenas efetivou-se nas fábricas ganhando salários inferiores aos homens. Na realidade atual, este cenário não alterou-se bruscamente visto que, a figura feminina enfrenta no mercado de trabalho não apenas diferença salarial mas também a dificuldade na conciliação de tarefas domesticas e o emprego. Logo, esse perspectiva deve ser alterada.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a disparidade na renumeração mensal entre os gêneros é um problema a ser discutido. De acordo com o IBGE a desigualdade salarial é paralela a idade da mulher,  pois, muitas em situação tendem ao afastamento do mercado de trabalho por conta da maternidade e a dificuldade na inserção após esse período. Dessa maneira, o ambiente trabalhista torna-se desigual.

Em segundo lugar, vale analisar ainda, a sobrecarga social depositada na mulher ao longo dos séculos. Segundo  a OMS em todo o mundo 9,5% das mulheres podem sofrer ou estão sofrendo depressão enquanto que a porcentagem masculidade é inferior, cerca de 5,8%. Dessa forma, conclui-se assim que, esta por sua vez ocupa na sociedade além do ‘‘cargo’’ de dona do lar o de profissional, tendo em vista que ambas as funções lhes atarefam. Assim, estão propensas a doenças psiquiátricas.

Fica claro, portanto, que medidas são necessárias a fim de atenuar a dificuldade de inserção da mulher no mercado de trabalho. Para tanto, o Ministério do Trabalho e Emprego devem promover a fiscalização da distribuição mensal dos salários de homens e mulheres para que não ocorra desigualdades e também disponibilizar assistencia