A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 03/09/2019

Muitos marcos significantes ocorreram no século 18 – época da revolução industrial – entre eles, a entrada da mulher no âmbito trabalhista pela alta demanda de mão de obra nas fábricas. Entretanto, como um protótipo do mercado de trabalho atual, na industrialização ocorre disparidade salarial e jornada dupla para o gênero feminino pela mentalidade arcaica de uma sociedade patriarcal.

Segundo pesquisa realizada pelo site de empregos Catho, a diferença salarial chega a quase 53% entre homens e mulheres, sendo elas, as que ganham menos em diversas áreas de emprego. Sobretudo, esse fator pertence a visão antiquada de classificar o gênero feminino como inferior. Logo, fazendo mulheres receberem um salário menor por acreditar que elas não teriam capacidade física e até mesmo intelectual para exercer um cargo no mesmo nível que alguém do gênero masculino.

Ademais, devido a cultura machista do Brasil, mulheres ainda precisam enfrentar a concepção de que elas são apenas donas do lar, que devem cuidar da casa, do marido e dos filhos. Assim, a jornada de trabalho dupla é uma batalha diária presente na vida das brasileiras, que lutam para conquistar um espaço nas empresas em meio a tantos obstáculos.       Portanto, o Governo, por meio do poder judiciário e parceirias público privadas deve fiscalizar as leis trabalhistas das empresas com maior ênfase, para não ocorrer salários injustos, acontecendo um reajuste salarial e dando o devido reconhecimento do trabalho realizado pelas mulheres. Tal medida visa combater o empasse de forma precisa e democrática.