A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 29/08/2021
Segundo Edmund Burke, aqueles que não conhecem a história estão fadados a repeti-la. De maneira análoga, a narrativa não destoa da realidade brasileira, pois em 2016, foi o ano mais quente registrado e um dos fatores que contribuíram para isso foi o aquecimento global. Algo semelhante está acontecendo com a mobilidade urbana no Brasil que também é um dos fatores que contribui para o aquecimento global. Por isso, torna-se necessário o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil.
Em princípio, é visível que a sociedade brasileira está fadada a repetir os mesmos erros, pois, segundo a cnnbrasil 2020 empatou com 2016 como sendo o ano mais quente, porém sabe-se que um dos responsáveis por isso foi a queima de combustíveis fósseis por veículos que está diretamente ligada a mobilidade urbana nos dias atuais. Consequentemente, os trânsitos e acidentes estão se agravando gradativamente pela quantidade de veículos nas pistas.
Outrossim, é válido mencionar que na série norte americana Grey’s Anatomy, em um dos seus episódios, a médica Meredith Grey se depara com um indivíduo no trânsito com sangramento, tendo que ajudá-lo no mesmo lugar, por não conseguir se locomover. Logo, fica evidente que as pessoas estão perdendo a capacidade de se moverem com qualidade e segurança .
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim, as prefeituras e seus órgãos, responsáveis pela mobilidade urbana, deve criar ciclovias para os ciclistas, dando uma oportunidade para as pessoas optarem a usarem a bicicleta ao invés do carro que usa combustível fóssil e agrava o aquecimento global e espera-se que o número de acidentes e o trânsito diminua, tornando assim uma mobilidade urbana sustentável e não repetindo o erro de 2016.