A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 10/06/2021

Poluição do ar, superlotação dos ônibus, estresse… Sem dúvida, fazem parte do cotidiano de muitos brasileiros. Ademais, a morosidade no trânsito das grandes cidades. A qual torna a mobilidade urbana um desafio para o setor público, têm impactos na ecônomia e no bem-estar da população.

Primeiramente, uma das principais causas é a falta de estrutura para transportes alternativos, por exemplo, pedestres, ciclistas e até a condução pública que causam a ascenção do veiculo particular. Dessa forma, mesmo com o plano de desenvolvimentalista de Juscelino Kubischek, que priorizou a industria automobilística e a construção de rodovias, isso ainda não foi o suficiente para melhorar a locomobidade urbana nos dias atuais.

Além disso, a má qualidade do trasporte coletivo geram prejuízos ecônomicos, por exemplo, isso gera o aumento do uso de automóveis. Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), o país em 2012, terminou com mais de 50,2 milhões de carros e 19,9 milhões de motos. Por conseguinte, o aumento da emissão de CO2 por esses veículos que destroem a camada de ôzonio, poluem o ar e causam problemas respiratórios.

Portanto, o Ministério de Infraestrutura, deve fazer a ampliação de calçadas e melhorias na iluminação pública, integrações dos modais de transporte como bilhetes únicos, a ampliação de redes de ônibus, metrô e integração com transporte alternativo por meio de diretrizes, ou seja, melhorias no estatuto da cidade feito por engenheiros civis ou urbanistas com o objetivo de acabar com a morosidade no trafégo de veículos no Brasil.