A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 31/05/2021
Durante o seu mandato, Juscelino Kubitschek construiu mais rodovias e indústrias automobilísticas. Entretanto, a mobilidade urbana no Brasil apresenta falhas, uma vez que os transportes públicos não disponibilizam acesso de qualidade para todas as pessoas. Assim, torna-se necessário a união do Poder Público, da sociedade e das empresas para melhorar a fluidez do trânsito.
Em primeiro plano, é preciso analisar que a precária estrutura para os transportes públicos e a falta de segurança na rua para os pedestres são as causas do acúmulo excessivo de carros principalmente em cidades grandes, haja vista que os meios de transporte quase sempre estão lotados. Este problema é demonstrado pela pesquisa do Denatran que apontou um aumento de 119% de veículos no trânsito entre os anos de 2000 e 2010.
Outrossim, avalia-se que segundo pesquisa na ONU, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído que causa 7 milhões de mortes a cada ano. Pela interpretação dos índices, percebe-se que o aumento do fluxo de carros causa por consequência, poluição ambiental e sonora, além do prejuízo por perdas de carga e menor produtividade dos trabalhadores, em virtude do congestionamento e lentidão do trânsito diariamente.
Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para facilitar a mobilidade nos transportes coletivos. Para isso, o Governo Municipal de cada cidade deve preservar a segurança dos pedestres por meio da ampliação das calçadas e melhoria da iluminação, com a finalidade de atrair mais pessoas para as ruas e reduzir a pressão sobre os transportes públicos. Além disso, a CONTRAN precisa melhorar os transportes públicos, por intermédio da ampliação da rede de ônibus e trens, e integrar com transporte alternativo (bicicleta, patinete) — com o aumento de ônibus e trens em circulação —, para estimular o uso dos transporte públicos e modais alternativos.