A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 12/12/2020

No Brasil, desde o governo de Juscelino Kubitschek observa-se um apoio governamental excessivo ao rodoviarismo e a indústria automobilistica. O então presedente brasileiro, facilitou a instalação de fábricas automotivas no país e epostou no modal rodoviário para o transporte de cargas. Desse modo, se obteve grandes problemas na mobilidade urbana brasileira, como por exemplo a cultura de valorização do carro particular e o sucateamento do transporte público, que prejudica não apenas as relações socioeconômicas mas também a saúde física e mental dos citadinos.

Em primeiro plano, é possível apontar que a glamurização dos veículos particulares promove um trânsito caótico com engarrafamentos quilométricos. Isso ocorre devido ao não cumprimento da constituição federal de 1988 que garente o acesso aos transpostes públicos e qualidade no serviço oferecido. Dessa forma, o usuário busca maior conforto, segurança e agilidade durante o percurso dentro de seus automóveis.

Esse campo, entretanto, não é o único infortunado. O advogado e autor de várias obras jurídicas, Eduardo Sabbag, afirma que o estersse propagação pela sobrecarga gera a sobrecarga no sistema cardiovascular, o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca. Além disso, esses deslocamentos geram desperdício de tempo que podem estar associados a uma redução da redução de lazer, exercícios físicos, atividades criativas e convívio familiar.

Com vistas a, desconstruir a cultura carrocêntrica e valorizar a utilização do transporte público no Brasil, cabe ao ministério das cidades em parceria com as secretarias municipais e estaduais de transporte e infraestrutura, realizar investimentos para a variedade dos modais de transportes. Como por exemplo, a construção de ciclovias e calçadas adequadas para o uso de bicicletas e circulação de pedestres ou a ampliação das linhas de metrô. Por meio de parcerias entre o governo e empresas privadas.