A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 16/11/2019
É explícito que o espaço urbano tem conexão direta com o bem-estar social, principalmente em relação à mobilidade urbana. Nessa perspectiva, a Constituição Federal Brasileira de 1988 traz à tona os direitos individuas, ao preconizar o absenteísmo estatal na esfera privada do ser humano. Dentro desse contexto, há dois importante fatores que devem ser levados em consideração: o aumento da população na área urbana e má planejamento no que tange adequação e qualidade para o lazer.
Primordialmente, apesar do povo rural estarem emigrando para os grande centros urbanos, a expansão demográfica estar cada vez mais comprometida - tanto quanto a qualidade de vida. Em termos atuais, a movimentação problemática das pessoas se dar, incluivelmente, pela falta de escolas e trabalhos na forma da lei, consequentemente os indivíduos sujeitam-se a viver em condições desfavoráveis nas favelas e área de ressaca, contraindo doenças e convivendo em verdadeiros campos de violência. Dessa forma, seria de grande valia uma iniciativa estatal no sentido de criar ainda mais programas de saneamentos básicos e segurança,com afirma Luther King - a injustiça em um lugar qualquer, ameaça a justiça em tudo lugar.
Além disso, enquanto Gilberto Freyre ressalta que o passado português foi positivo para a formação do brasileiro, um povo miscigenado e harmônico, Sérgio Buarque de Holanda quer romper com o passado colonial. Sergio diz, de maneira oposta a Freyre, que foi justamente a herança portuguesa o motivo de nosso atraso, de um Estado tradicional, cuja negligência de algumas pessoas prevalecem. Com isso, A grande parte dos projetos federais não têm ligação com o lazer nas cidades, apenas com edifícios que geram lucros beneficiando uma minoria da sociedade. Porém, Brincar serve como instrumento motivador para todos que buscam alternativas em ralação a vida na contemporaneidade. Quebrando-se, de fato, outra barreira existente em nosso país, qual seja a exclusão social.
Portanto, o Congresso Nacional deve formular ainda mais leis que a garanta a mobilidade urbana, por meio de direitos e punições aos que descumprirem, a fim de acabar com exagero da vida precária nas cidades grandes. As escolas, em parceria com as famílias, devem inserir a discussão sobre esse tema, tanto no ambiente doméstico, quanto no estudantil, com a participação do engenheiros ambientais e especialistas, que debatam acerca de como agir em relação a vida do dia a dia, com o objetivo de desenvolver, desde a infância, a capacidade de conviver com segurança. Feito isso, será possível a construção de uma população que busque os direitos individuais e os interesses particulares não prevaleçam sobre os coletivos.