A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 01/11/2019

Durante o governo de Juscelino Kubitschek, houve no Brasil um grande investimento e valorização no setor automobilístico, que resultou em um crescimento desordenado de veículos rodoviários. Atualmente, em pleno século XXI, vemos as consequências trazidas por esse processo, o excesso de veículos nas cidades gerou problemas de mobilidade, como o aumento de gases poluentes e o trânsito entre veículos.

Apesar da Constituição Federal nos garantir o direito a mobilidade, vemos diversas barreiras entre os meios de transporte em massa. Visando obter um maior lucro, grupos administrativos responsáveis pelos transportes públicos estabelecem preços de passagens abusivas e também deslocamentos mal planejados, que tornam as jornadas mais longas e exaustivas. Esses fatores contribuem ao anseio de possuir um transporte privado, que efetivamente comporta menos pessoas e ocupa muito espaço.

Em São Paulo foi implantado o sistema de rodízio de carros a fim de melhorar o fluxo urbano e diminuir o trânsito, porém não funciona de maneira efetiva. O trânsito caótico promovido pelo volume crescente de veículos, propiciam diariamente brigas de trânsitos e alta taxa de poluição atmosférica, o que provoca malefícios a saúde mental e física da população. Ademais, a ausência de políticas públicas para manutenção de meios alternativos e melhoria de transportes, corroboram para a permanência do problema.

Logo, conclui-se que é necessário uma intervenção por parte do Governo Municipal como por exemplo, construir ciclovias nas principais ruas da cidade no intuito de incentivar o uso de meios alternativos de transporte. Além de investir na qualidade do transporte público e garantir preços acessíveis. Dessa forma, os desafios para o nosso avanço enquanto sociedade, serão sucumbidos.