A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 22/10/2019

Na metade do século XX, no Brasil, o então presidente JK investiu na construção de estradas pelo país para ampliar a mobilidade da população. No entanto, o que foi um grande aliado no século passado tornou-se um grande vilão para o dias atuais devido aos grandes congestionamentos. Diante disso, cabe analisar como é a mobilidade urbana atual no pais e os entraves que isso provoca.

É importante, antes de tudo, analisar que com o grande crescimento populacional e pouco investimento em infraestrutura os centros urbanos ficaram cheios e com pouca mobilidade. Isso pode ser justificado pela Folha de São Paulo a qual apresentou, nos últimos 10 anos a frota de automóveis no Brasil cresceu mais de 400%. Essa realidade é fruto da má qualidade dos transportes público pois devido a insegurança e precaridade no serviço faz com que a população busque transporte individual que proporciona conforto e segurança.

Observa-se, também, que o grande problema da mobilidade urbana do Brasil é a ausência de investimentos em modais o qual diminuam o fluxo nas grandes vias. Acerca disso, é pertinente discutir que o Governo, na estancia Estadual é responsável pela gestão urbana, não investe em metrôs, BRT e ciclo faixa, visto que esses causam menos poluição e diminui os congestionamentos. Essa realidade diverge dos países ricos no qual há um grande investimento ferroviário que liga as grandes cidades com baixo custo, agilidade e pouca poluição.

Sem dúvida, é imprescindível que haja melhoria no planejamento urbano do país. Nessa perspectiva, o Governo Estadual deve criar e ampliar as ciclo faixas existentes conectando não só aos centros, bem como aos subúrbios. De modo que essa alternativa seja uma possibilidade possível, segura e eficaz para a população, para, a logo prazo, possa existir uma cidade adaptada, isto é, não veja as vias como vilã e sim auxilio para a mobilidade.