A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 30/10/2019

O governo de Juscelino Kubitschek através da implementação plano de metas e do modelo rodoviarista, ampliou significativamente o setor automobilístico. Porém apesar da evidente evolução para época (1956-1959), hoje em dia a falta de modais de transporte é um grande prejuízo para a população brasileira e pode ser percebida através da falta de fluidez no trânsito, que gera além da redução da produtividade humana, diversos prejuízos.

As iniciativas públicas e privadas não priorizam o gerenciamento de transportes de massas, acima de tudo, transporte sobre trilhos, que ampliaria o número de regiões atendidas a fim de “desafogar” o trânsito e potencializar o rendimento do dia a dia do cidadão. Seguindo essa premissa, vale a pena enfatizar a baixa qualidade dos serviços prestados, o sucateamento e o evidente monopólio de grandes empresas, que sem concorrentes, são desestimuladas a oferecer um serviço de qualidade.

Outro fator imprescindível que gerou complicação da mobilidade urbana brasileira, foi a redução do IPI (Imposto sobre Produtos industrializados) no governo Lula, que estimulou o consumo de automóveis e, consequentemente, extrapolou a capacidade suportada pelas ruas, avenidas e rodovias do país. Nesse sentido, a ampliação prejudicou o tráfego Urbano, fazendo-se necessário a readequação através da construção e ampliação dos corredores e faixas.

Portanto, urge que o Estado através da ampliação da verba para o Ministério da Infraestrutura e a abertura de concessões para novas empresas de transporte, a fim de estimular a melhoria do transporte público, ampliar a capacidade de atendimento e diversificar modais , para sanar o notório inchaco urbano de veículos e possibilitar maior agilidade no deslocamento de pessoas e objetos, para que dessa forma os brasileiros não precisem comprar cada vez mais carros e inviabilizar o deslocamento eficaz.