A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 29/03/2021
Na contemporaneidade, as redes sociais é um grande meio de dissipação de informações, contéudo e notícias, sejam elas maléficas ou benéficas. A título de exemplo, na animação da Disney, Enrolados, Rapunzel tem o poder da cura, proveniente de uma rosa dourada e mágica armazenada em seu cabelo. Devido a isso, ela é raptada e enclausurada por uma mulher que utiliza à mágica presente em Rapunzel para não envelhecer. Assim como no cinema, esse desejo é compartilhado pela sociedade atual, uma vez que os padrões estéticos estabelecidos procuram, em grande parte, a busca incessante pela juventude, ocasionando prejuízos físicos e psicológicos. Dessa forma, é necessário entender as causas dessa manipulação de imagem e quais são as consequências para a saúde mental.
Primeiramente, é preciso saber que as mídias digitais são onde as pessoas postam fotos, vídeos de momentos que gostariam de compartilhar. Segundo Rosseau, “O homem é bom por natureza e é a sociedade que o corrompe”. Sob tal ótica, entende se que as redes sociais por oferecem ferramentas, que auxiliam as pessoas a tirarem fotos, de tal forma, que se encaixem perfeitamente dentro do padrão de beleza. Fazendo com que, as pessoas não se sintam be com si mesma e recorram a procedimentos estéticos, que podem trazer riscos à saúde e também maléficios para a sáude mental.
Concomitantemente, com a tecnologia cada vez mais presente no cotidiano, crianças e adolescentes são a primeira geração a usufruirem. Sob esse viés, o documentário, O Dilema das Redes, traz especialistas em tecnologia e profissionais da área que fazem um alerta: as redes sociais podem ter um impacto devastados sobre a democracia e a humanidade. Como desdobramento, as pessoas ao se compararem nas plataformas digitais, podem desenvolver doenças mentais, que acabam prejudicando sua auto estima, desistindo de ter vida social, por não se adequar ao padrão imposto pelas redes.
Por isso, medidas são necessárias para resolver esse impasse causado pelas mídias sociais. Nesse contexto, escolas, empresase ambientes profissionais precisam acabar com o tabu sobre saúde mental, desenvolvendo práticas e debate. Ademais, é preciso profissionalizar e preparar enfermeiros, médicos para lidar com casos de tentativa de suícido, depressão e ansiedade. Para que, as pessoas se sintam mais preparadas e se aceitem, ao observar a perfeição projetada nas mídias digitais e entendam que aquilo não é a realidade cotidiana.