A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 10/02/2021
Uma visão da sociedade errônea
Instagram, Snapchat, Facebook, todas estas são redes sociais atualmente conhecidas por basicamente toda a população mundial, e elas acabam interligando as pessoas de forma direta ou indireta. O ato mais recorrente é a postagem de fotos ou vídeos, e estas criam filtros faciais, que ao apontarem para o rosto, realizam uma limpeza estética, o que acaba acarretando em várias consequências, pois estimula um padrão dentre a sociedade, simultâneo a prejudicar a saúde mental das pessoas.
Esses filtros costumam ser usados com bastante frequência, em fotos ou stories postados, e as redes perceberam o malefício que os mesmos causam, e com isso em 2019, o Instagram tomou por medida retirar certos filtros que praticam e atingem essa parte, para que contribua assim para a não formação de um padrão. A atual geração da humanidade, a jovem, tem por grande atuação nestas redes, pois são ensinadas e estimuladas a sua utilização devido ao seu meio de convívio.
O perigo do chamado padrão de beleza, é evidenciado em doenças como a anorexia, e a bulimia, em que pode ser presenciado no filme “O mínimo para viver”, onde a personagem principal sofre de anorexia, que afeta sua autoestima e sua forma de se ver, provocando ações graves a seu próprio corpo.
Com base nos problemas e nos riscos apresentados, é necessário a ação de uma medida. O Ministério da Saúde, em conjunto com o Ministério da Educação deve promover palestras nas escolas, para que mostre aos alunos a se enxergarem da forma correta, não da forma como a sociedade quer que os mesmos sejam, e mostre-os a importância deste ato. Outra medida também seria a continuação da retirada dos filtros faciais destas redes, para que consiga evitar ao máximo sua propagação.