A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental

Enviada em 02/10/2020

O processo de globalização associado a Revolução Digital, passagem do mecânico e análogo para o eletrônico, possibilitou a criação de espaços de interação mesmo a distância. Desse modo, surgiu as redes sociais, instrumentos de comunicação e de exibição de imagens. No entanto, esses ambientes podem ser danosos à saúde mental de seus usuários, devido a manipulação de aparências.

Em primeiro plano, é notório que o processo de distorção de imagem pode ser prejudicial. A exemplo disso, o documentário americano “O Dilema Social” mostra como a utilização dos espaços digitais poder gerar conflitos na autoidentifação, podendo causar transtornos mentais. Sendo assim, ressalta-se que o uso de filtros e de aplicativos que alteram a fisionomia de um indivíduo devem ser usados com moderação, e trabalhos voltados para autoaceitação devem ser realizados com intermédio de um psicólogo.

Além disso, evidencia-se que alterar a aparência pode gerar comparações indesejáveis. Nesse sentido, com a popularização das redes sociais, é nítido que algumas pessoas se destacaram e possuem maior visibilidade, influenciando outros usuários. Dessa maneira, determinados indivíduos projetam sua imagem ao do sujeito em ascensão, ato que pode ser danoso, pois não é sempre que a real fisionomia é mostrada, gerando contrastes irreais e acarretando em problemas mentais.

Portando, denota-se a necessidade do uso dos mecanismos de interações com prudência. Por isso, cabe ao governo, com o propósito de mitigar os problemas de saúde causados pelas redes sociais, criar projetos em que psicólogos discursem acerca da autoaceitação, por intermédio da internet. Para além disso, famílias devem instruir o sujeito em formação a usar os espaços digitais com moderação e critério. Com efeito, a Revolução Digital alcançará o propósito de integrar povos, mas sem causar danos.