A manipulação de imagem nas redes sociais e seus malefícios à saúde mental
Enviada em 30/09/2020
No documentário da Netflix “O dilema das redes”, é possível constatar que as redes sociais são projetadas com o intuito de manipulação ao usuário. A imersão digital têm mudado o jeito dos internautas pensarem, se verem e entre outras coisas, e isso é algo preocupante. As pessoas querem ser quem não são, passam o tempo livre imergidos nas telas de seus respectivos celulares ao invés de dar atenção ao mundo real, a família, amigos, a realidade.
Pode-se mencionar que, o índice de suicídio entre os jovens aumento consideravelmente a partir de 2011, de acordo com dados do documento da Netflix, e ao que tudo indica, é pela grande participação nas redes sociais. O uso excessivo da Internet está adoecendo as pessoas, a exposição de realidades falsas, como: padrões de beleza inatingíveis, vida perfeita e entre outras. A busca de cirurgias plásticas para se assemelharem com filtros das redes sociais aumentou, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Em consequência disso, do uso exacerbado da rede, as pessoas sentem constante necessidade de aprovação de seus atos, postagens, fotos… Além dos inúmeros problemas que o vício pelas tecnologias causam, eles também são capazes de afetar os estudos, enquanto era para estar estudando em busca de um futuro melhor, porém, o vício consome todo o tempo, podendo trazer consequências no futuro, como não tendo um bom emprego e qualidade de vida equivalente se houvesse tido foco nos estudos.
Em virtude dos fatos mencionados, o modo que as redes sociais são projetadas, afetam as relações humanas físicas, pois causa afastamento pelo vício nas redes. Como a sociedade já está imergida nesse meio, para que a internet cause menos impacto na vida das pessoas, o Governo teria de administrar um programa que seria executado pelas escolas, que contaria com palestras sobre os malefícios do uso exacerbado e como desapegar do celular, estimulando a troca da rede por atividades saudáveis. Com esse programa, o vício seria resolvido pelo conhecimento das consequências do ciclo vicioso, tendo como finalidade a valorização da realidade, a autoaceitação, uso da tecnologia como ferramente e diminuição dos casos de suicídio e procura por padrões inatingíveis.