A linguagem neutra em debate no Brasil

Enviada em 24/05/2022

No livro 1964 ira dizer que quando se muda a linguagem imensurávelmente você irá mudar o comportamento e a perceção dos fatos e circuntâncias. Hoje é baseado no conceito de combate ao preconceito, é imposto uma ideologia de genêro em univerdades e escolas; É pego uma exceção e a partir dela é construido uma linguagem que na qual é imposto uma dificuldade de percepção de identidade e até mesmo é imposto pela sociedade a trocar de genêro pela não percepção de identidade.

No país como o Brasil é ensinado a língua portuguesa, então em hipotese alguma

um professor deve ensinar um modismo. No momento em que é colocado nas escolas essa variação linguística é dito aos jovens que o genêro é uma abstração cultural e que ele pode escolher o que ele quer. Porém ao usar uma maioria fica de fora porque em caso de dislexos eles não tem como compreender esse novo dialeto,como em casos de surdos e cegos também. Pessoas que enfretam dificuldades com tantas limitações linguísticas, elas teriam que se adaptar a um novo modo de falar e que apenas uma minoria se beneficiaria. E a vontade de uma minoria não deve prevalecer em reação a língua portuguesa e aos demais.

Diante disso, é criado uma elite progressista na qual só ela irá compreender. Num país como o Brasil as pessoas são semi-analfabetas e a educação vai de mal a pior.

Por certo não seria tão importante gastar tempo ensinando essa linguagem para apenas agradar uma elite, pois não irá contribuir para a evolução das pessoas.

Além disso para várias pessoas é visto como uma questão muito mais ideológica e política do que linguística.

Em suma, uma minoria jamais deverá ser agradada quando se tem questões muito mais importante e urgentes. E uma vez que o genêro não é uma abstração cultural, não podemos escolhê-lo. E sendo a língua portuguesa, o idioma oficial do Brasil, jamais deverá ser ensinado aos alunos e jovens da nação.