A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 22/05/2022
A internet facilitou muito o acesso às informações, entretanto, algumas vezes se é lida informações falsas, cujo leitor não tem senso crítico com a informação que foi lida e acaba a disseminando. Podemos ver também que, muitas pessoas baseiam suas próprias opiniões com as opiniões de alguma pessoa famosa, e isso é altamente maléfico, pois muitas pessoas têm que escutar o óbvio para dissertar sobre algum assunto.
Visto que, na medida em que mais pessoas têm a possibilidade de acesso a internet, mais aumenta a disseminação de falsas notícias, uma vez que não se é ensinado como usar adequadamente o acesso a internet, é mais provável que as pessoas repitam o erro. Por isso, é necessário que se crie uma forma das pessoas saberem como utilizar o acesso a internet, assim como, é necessário ensinar as pessoas a refletir sobre os assuntos importantes da sociedade, para que haja uma constante evolução.
Contudo, é de suma importância ver o perigo que as pessoas denominadas ‘influencer’ exercem sobre os seus seguidores, pois muitas pessoas baseiam-se no que é dito por um ‘influencer’. Quando uma pessoa não tem senso crítico, é mais fácil basear o seu discurso sobre algo em um discurso dito por alguém. Dessa forma, se cria grupos com um mesmo pensamento, e infelizmente, o número de pessoas que têm uma opinião diferente ou reflexiva para dissertar sobre algum assunto se torna mais obsoleto.
Portanto, medidas são necessárias para resolver a falta de reflexão das pessoas na internet. Os governantes deveriam começar a criar anúncios que mostram a importância de saber como utilizar a internet. Programas educativos deveriam existir nas escolas para ensinar o aluno como se comportar na internet. As escolas deveriam ter conversas com os pais ou responsáveis dos alunos para ver uma maneira de incentivá-los a ter uma opinião ou como refletir em meio a um assunto, pois como já disse o filósofo Immanuel Kant: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”.