A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 04/06/2020

A internet não é necessariamente um mal ou um perigo. Tudo depende de como ela é utilizada. Instruir as crianças e os jovens quanto ao uso da internet é um dever dos adultos para evitar conteúdos prejudicias. A medida que se ganha a noção de responsabilidade, podem se tornar mais autônomos nesse meio. Enquanto isso não ocorre, é necessário que se tome os devidos cuidados quanto aos excessos e perigos oferecidos aos seus filhos que acabam por ficarem expostos pela grande interatividade e acesso quase ilimitado a informações. O artigo 932 do Código Civil deixa nítido que o dever de vigilância cabe aos responsáveis, e quando falham nesse “trabalho” podem responder por negligência. Atualmente as demandas educacionais atuais precisam de uma integração cada vez maior entre a sala de aula e o meio digital, já que se possibilita o grande acesso as informações no geral. Controlar os perigos no meio escolar é mais fácil devido as diversas ferramentas disponíveis atualmente. A tecnologia não é um mal ou um perigo no geral, mas tudo depende como ela é usada. Nessa hora, o mais eficaz é “entrar no jogo” e participar da vida digital do seu filho para conseguir avaliar com uma precisão maior a que perigos os filhos podem estar sendo expostos.