A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 02/06/2020

Quando a internet começou a se popularizar no mundo tornou-se o meio de comunicação mais importante da atualidade. Ela facilitou o acesso às informações de maneira rápida, porém encontram-se várias notícias falsas que são publicadas a todo momento. E isso prejudica na capacidade reflexiva das pessoas, pois acreditam em tudo o que é compartilhado sem aprofundamento da notícia. Por conta disso, é necessário que as pessoas comecem a questionar sobre o assunto abordado nas publicações, e tirem suas próprias conclusões.

Já que a internet faz parte do nosso cotidiano, as pessoas começaram a serem mais dependentes dela, deixando os aparelhos eletrônicos influenciarem o seu modo de vida, não tendo a necessidade de pensar e refletir, por exemplo, escolher qual produto consumir e qual grupo se relacionar. E pode piorar dependendo da faixa etária, como mostra a pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo, falando que 25,3% dos adolescentes são dependentes moderados ou graves.

Além disso, as pessoas são convencidas por qualquer publicação nas redes sociais, achando que a notícia é verídica e começam a compartilhar para os demais, alertando o fato mencionado na notícia, sem aprofundarem no assunto e questionarem se é verdade ou mentira. Isso pode prejudicar a vida das pessoas, como aconteceu com uma dona de casa que se chamava Fabiane Maria de Jesus, que foi espancada por vários moradores, em Guarujá, que acreditavam que ela sequestrava crianças para fazer rituais de magia negra.

Portanto, é necessário que a sociedade comece a debater por meio de palestras, falando que nem tudo o que está na internet é confiável. É preciso aprofundar mais nos assuntos abordados na mídia, se informando mediante a livros, especialistas nos assuntos e sites oficiais como o site UOL. Sendo assim, os internautas começam a ter uma noção de tudo o que aparece nas redes sociais, logo não são persuadidos e podem alertar para as pessoas as notícias falsas.