A internet como ferramenta para a democratização do conhecimento

Enviada em 02/06/2020

A internet surgiu nos Estados Unidos no final década de 1960, e tinha como finalidade interligar bases militares, facilitando assim a troca de informação entre elas. Mais de cinco décadas se passaram desde então, e a integração na rede se tornou, um objeto global. Entretanto, dentro do cenário brasileiro percebe-se que nem todos tem acesso a tal invenção. Provocando assim, uma grande barreira sociocultural entre a população, que se agrava em momentos onde tornaria-se a solução para desafios enfrentados em âmbito Internacional.

Nessa circunstância, a falta de acesso à navegação nos meios digitais, afeta principalmente os jovens, no momento de pandemia do Covid-19. Diante disso, é valido ressaltar que, de acordo com o a pesquisa realizada pela Tic Kids Online 2019, quase 20% da população com idade inferior a 18 anos, não possuem acesso à Internet em suas residencias. sendo assim, as propostas das escolas públicas de oferecer educação a distância (EAD) durante a pandemia só aumenta o abismo das diferenças entre os estudantes. Logo, medidas que englobam tais meios, se tornam inconstitucionais, por não atender a Constituição no âmbito de que todos tem que ter acesso a educação.

Outrossim, de acordo com o economista Austríaco Ludwing Von Mises, quando em liberdade, o homem procura por maximizar a sua felicidade. Sendo assim, a população de baixa renda tende a priorizar serviços de necessidade básica, que por serem necessários para a sua sobrevivência , gerará mais prazer ao mesmo do que a compra de um Smartphone, ou qualquer outro meio de acesso a rede, juntamente com o plano de acesso. Logo, a fragilidade econômica da população periférica, os impedem de se acoplar ao mundo virtual. Medidas são, portanto, necessárias para mitigar esse quadro.

Nesse sentido cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, enviar ao congresso um projeto de lei, que tenha como finalidade de criar projeto chamado Netbras, semelhante ao Vale-Cultura, ao qual subsidiária Internet para a população mais carente, que estão matriculados na rede pública, garantindo assim o acesso aos meios digitais. Além disso, cabe as organizações não governamentais, promover projetos que, utilizando peças doadas e novas de computadores, monte novos equipamentos e os doem para famílias carentes. Desse modo, os mais fragilizados vão ter o equipamento e o pacote de dados para ter acesso a internet