A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 02/11/2021
Consoante ao filme “A culpa é das estrelas”, é retratado a história de jovens com câncer, visto que recorrentemente esses jovens relatavam a vontade de se ausentarem dos hospitais e viverem uma vida “normal” até o último dia de vida. Nesse sentido, essas doenças potencialmente fatais são um tabu na cidadania; com isso, é fundamental evidenciar a importância dos cuidados paliativos para indivíduos com essas enfermidades graves. Diante disso, deve-se destacar a falta de preparo dos profissionais da saúde, no sentido de debater sobre temas como a morte e a ausência de um órgão específico para acolher e informar à familia e o paciente nessa situação humana.
Primeiramente, a falta de preparo dos profissionais da saúde, no sentido de debater sobre temas como a morte, é uma problemática na sociedade contemporânea. Isso porque, geralmente as universidades geralmente abordam apenas conteúdos que serão utilizados na prática para auxiliar na cura do paciente, ou seja, ainda há uma carência de debates sobre o óbito. Ademais, a falta de cuidados paliativos, acolhimento social e apoio terapêutico ocasiona na persistência da cultura de tabu sobre a fase final da vida. Logo, para desconstruir essa barreira, é essencial a implantação de aulas que preparam o futuro profissional a dialogar sobre esse fim da vida, com os familiares e paciente, com honestidade e respeito com as dores individuais.
Em segundo lugar, a ausência de um órgão específico para acolher e informar à familia e o enfermo nessa situação humana também é um problema no país. Em análise com o filme abordado, é evidenciado a criação de um grupo de apoio aos cidadãos com doenças graves, consequentemente, essa ação proporcionava amparo emocional. Contudo, devido as péssimas condições econômicas do SUS (Sistema Único de Saúde), principalmente nas áreas periféricas, geralmente se torna escasso a realização de pontos de atendimentos médicos paliativos em prol do bem estar social. Portanto, é necessário que a população manisfetem sobre o destino das verbas públicas, como também, cobrar dos governantes mais infraestrutura nos hospitais para tornar a morte menos sofrida.
Por fim, após os argumentos abordados, medidas são cruciais para desfazer esse impasse. Por isso, o Estado, adjunto com o Ministério da Educação, deve implementar nos currículos dos cursos de graduações, aulas sobre formas de abordagens em situações que o paciente encaminha para o falecimento; outrossim, a população deve cobrar dos políticos eleitos, investimento na contratação de profissionais psicoterapeutos e religiosos para amenizar o sofrimento de angústia da família e do paciente, a fim de tornar os cuidados paliativos presentes em todos hospitais do Brasil.