A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves

Enviada em 25/10/2021

Na série médica ‘‘Dr.House’’, o renomado clínico geral Gregory House é o responsável por tratar inúmeras doenças que a princípio aparentam ser incuráveis. Em contra partida, o médico claramente prioriza curar a doença do indivíduo, negligenciando as questões mentais e humanas envolvidas. Análogo a isso, persebe-se que além de profissionais qualificados, também é de suma importância especialistas em cuidados paliativos principalmente para pessoas portadoras de doenças graves, que ainda demonstra ser uma área pouco desenvolvida na saúde Brasileira.

Primeiramente, o filósofo grego Platão dizia que o ser humano é composto pelo ‘‘Dualismo’’ mente-corpo, e por mais que sejam distintos, ambos exigem o mesmo grau de atenção e relevância. Ademais, fica claro a necessidade do acompanhamento especializado de paciêntes com doenças graves, afim de amênizar o estresse durante longos e desgastantes tratamentos. Além disso, muitas pessoas no estado apresentado, vivem em uma situação de constante preparo mental para encarar a morte, e muitas vezes isso se torna uma dolorosa rotina, tanto para os próprios internados, quanto para os parentes.

Outrossim, o Brasíl em específico ainda requer um maior desenvolvimento nessa área de especialização (cuidados paliativos), visto que algumas instituições de saúde acumulam reclamações referentes a maus tratos e falta de enfermeiros devidamente qualificados a dar total atenção aos enfermos. Consoante ao apresentando, pode-se evidenciar a polêmica recente acerca do plano de saúde ‘‘PreventSenior’’, que foi denunciado por praticar ‘’experimentos’’ em idosos e infectados de Covid-19, somado a desligamento de aparelhos para ‘‘redução de custos’’ mediante a cidadãos em estado de alto risco, configurando um grave crime e desitência de seguir o tratamento da população mais gravemente debilitada.

Portanto, faz-se mister medidas para resolver o impasse. Logo, o Ministério da Saúde em conjunto com o Poder Executivo, deve promover uma melhor qualificação dos profissionais de saúde por meio de um curso suplementar focado em cuidados paliativos obrigatório após a formação profissional, com o objetivo de preparar especialistas mais aptos e preparados para agir assertivamente em cenários distintos, priorizando o bem estar e o paciênte como todo, ou seja, mente e corpo, como dizia Platão.