A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 11/09/2023
‘‘Toda ação gera uma reação", Terceria Lei de Newton, mensura que todo ato, exemplo ações governamentais, surtirá em consequências, sejam elas boas ou ruins. Sob essa ótica, o Brasil possui umas das maiores biodiversidades ambientais do mundo, todavia, ela corre sérios riscos, como a extinção da floresta amazônia, tal qual aumento na produção de lixo urbano. Portanto, mostra-se a necessidade dessa conjuntura ser sanada com hábitos sustentáveis, assim é mister compreender essa situação.
Em primeira análise, é notavel que a biodiversidade ambiental tupiniquim está correndo sérios risco de desvanecimento. Essa perspectiva, totalmente equivocada e anticonstitucional, no tocante ao Artigo. 225 da Constituição Federal de 1988, no qual a tese mensura a preservação do meio ambiente. Na realidade, isso não ocorre, visto que os maus hábitos sociais, como o desmatamento em prol de projetos urbanísticos, afim de aumentar a malhar urbana da sociedade, marginaliza ou extingue uma vasta flora e fauna presentes nas florestas. Nesse sentido, a pesquisa elaborada pelo portal de notícias, CNN do Brasil, alerta que no ano de 2022 cerca de 12% da floresta amazônica nativa já foi desmatada. Mediante a situação, torna-se necessário criar hábitos sustentáveis de preservação da fauna e fora das cidades das cidades, mediante um convívio em equilíbrio com demais ecosistemas, havendo um mutualismo entre a selva e o burgo brasílico.
Em Segunda análise, o acréscimo da produção de lixo urge em problemáticas para saúde humana. Nesse contexto, o prado nacional, deveras insalubre, se estreita à beira do abismo fitosánitario, aja vista que o pais de segundo mundo ainda trabalha com lixões a céu aberto, um ambiente que é fonte de inóculo para uma doença letal à saúde humana, a leptospirose, transmitida via urina de ratos, que se prolifera em um ambiente sucumbido de lixo citadino. Em consonância com tal tese, é possível fazer alusão com a pandêmia da peste bubônica que devastou o continente europeu no século dezoite, lotando os ambulatórios com enfermos que se contaminaram com a doença através das condições insalubres da cidades europeias, que viviam em estado de sujinidade gerada pelos próprios morados.