A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil

Enviada em 10/08/2020

Machado de Assis, em sua fase realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebem-se aspectos semelhantes no que tange à questão da importância do desenvolvimento sustentável no Brasil. Nesse contexto, tornam-se evidentes como causas dessa problemática o consumo de produtos que prejudica a camada de ozônio, bem como a poluição gerada pelas fábricas e o desmatamento das florestas.

Em primeiro lugar, o consumo de produtos que afetam a camada de ozônio é um dos problemas que impedem o desenvolvimento sustentável no Brasil. Essa camada é uma proteção natural contra a radiação dos raios ultravioleta emitidos pelo sol, apesar da sua relevância, ela começou a sofrer os efeitos da poluição crescente com a industrialização mundial. Os CFCs (clorofluorcarbonetos), são gases usados nos sistemas de refrigeração, são encontrados em solventes, espumas plásticas, embalagens de aerossóis (sprays) e contribuem para a destruição da camada de ozônio, porém os consumidores desses produtos feitos com esses gases até a década de 1970 não imaginavam que o CFC contido neles eram responsáveis por destruí-la, por conta disso em 1988 no Brasil o Ministério da Saúde tomou a primeira medida concreta sobre a proibição do uso do CFC como agente propelente em aerossóis.

Outra problemática é o desmatamento das florestas e poluição dos rios que impedem também o desenvolvimento sustentável. O desmatamento proporciona uma série de prejuízos ao meio ambiente, dentre eles está a perda da biodiversidade, a degradação do solo, redução da umidade do ar, o aterramento de rios e lagos e desertificação. As árvores assim como as algas presentes no meio aquático são responsáveis por fornecer oxigênio que é vital para a vida humana e a animal terrestre, e diminui a polução atmosférica.

Portanto, o desmatamento e a destruição da camada de ozônio representam uma ameaça concreta não apenas aos indivíduos diretamente envolvidos como a todos os cidadãos que, indiretamente, também figuram como vítimas de seu legado. Nesse sentido, o governo deve fazer investimento e barateamento em energia limpa e renovável, a fim de estimular a população às práticas menos poluentes. E a educação ambiental, por meio de metodologias na grade curricular, com o intuito de sensibilizar, conscientizar e alertar a população, além de apresentar propostas de responsabilização e reconhecimento do ser humano como principal protagonista. Espera-se, com isso, que o desenvolvimento sustentável no Brasil tenha mais importância.