A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 23/10/2019
Com o “descobrimento” do Brasil, houve uma extensão, de forma exponencial, nos desmatamentos, gerando uma extinção de algumas espécies tanto da fauna como da flora brasileira. Sob esse viés, mesmo após séculos, a população continua degradando o meio ambiente, devido ao capitalismo e à negligência do corpo social. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de liquidá-los de maneira eficaz.
A priori, é importante ressaltar que o industrialismo excessivo influencia diretamente na problemática existente. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao analisar o pensamento do filósofo Karl Marx, o qual afirmava que a produção cria o consumo apenas para gerar lucro, ou seja, as empresas geram novos produtos, como plásticos e derivados, que possuem um alto índice de poluição marítima, acarretando a morte de várias espécies desse meio. Logo, é essencial a alteração desse quadro que vai ao encontro com os acontecimentos do Brasil Colônia.
Outrossim, é fulcral pontuar, ainda, que a própria sociedade acaba atuando para o não desenvolvimento sustentável do Brasil. Nesse contexto, é imperativo citar o Art. 225, da Carta Magna, o qual garante que todos têm o direto de um meio ambiente ecologicamente equilibrado e impõe ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo. Diante disso, é visto que tal lei está sendo aplicada na teoria e não na prática ao verificar uma sociedade que não age de forma profilática com o ecossistema, gerando uma alta demanda de lixo, de modo a não descartá-los de modo corretamente.
Depreende-se, portanto, a necessidade de obter um desenvolvimento sustentável no Brasil. Para tanto, cabe ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), aliado às universidades, por meio de pesquisas - subsidiadas pelo Governo - criar programas de estudos para obtenção de produtos biodegradáveis que possam substituir o plástico, com a finalidade de garantir a permanência de espécies marinhas na natureza. Ademais, o Poder Legislativo, na figura do Senado Federal, deve criar políticas para multar o corpo cívico que rompe com a lei supracitada. Somente assim, será possível, por fim, que casos como o do século XVI não ocorram mais no país.