A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil

Enviada em 28/09/2019

O período Arcadista da literatura é marcado por um momento de grande valorização à natureza. Contudo, ao que se refere ao cenário contemporâneo, percebe-se um maior distanciamento e pouco apreço com os meios naturais e o ambiente como um todo, haja vista que a partir da consolidação do Capitalismo esse setor teve um aumento exploratório que, ainda, proporciona a diminuição biodiversa.

Em uma primeira análise, destaca-se que o desenvolvimento sustentável possui grande dificuldade para ser efetivo socialmente. Tal perspectiva é em razão ao grande papel que a indústria tem, principalmente, desde seu advento, pois a extração exacerbada de matéria prima se intensificou. Prova disso é a própria pesquisa da UNESCO, que afirma as grandes conjunturas ambientais, as quais, em grande parte, possuem os meios industriais como principais promovedores. Com isso, é vigente que tal problema pode ser amenizado com alternativas públicas caso o setor governamental dê a importância necessária.

Consequentemente, a fauna e a flora são as principais prejudicas. Por esse contexto, convém lembrar que o bioma da Mata Atlântica, principalmente no século XX, foi altamente explorado; da mesma maneira é o cenário do Cerrado brasileiro, que o conceito de sustentabilidade foi deixado de lado e os seres vivos presente são os que mais sentem as consequências das ações antrópicas. Logo, é visível a ineficiência estatal com o entendimento da magnitude de tais ambientes e o descumprimento constitucional, visto que a Carta Magna garante um país ambientalmente equilibrado.

Desse modo, com o objetivo de que a relevância sustentável seja mais efetiva no Brasil, urge que as empresas brasileiras, por meio de uma reestruturação nos locais, amenizem a excessiva utilização dos recursos não renováveis – carvão, petróleo dentre outros – e substituam por setores que não infrinjam o ambiente, para que, assim, o conceito da sustentabilidade tenha maior participação da nação. Ademais, cabe ao Ministério do Meio Ambiente averiguar os biomas e combater a utilização exorbitante, a fim que as vidas nesses locais sejam preservadas. Portanto, a época arcadista terá um papel hodierno.