A importância do desenvolvimento sustentável no Brasil
Enviada em 13/09/2019
No inicio do século XIX, ocorreu na Inglaterra a Revolução Industrial que inovou as formas de produção e consumo no mundo. Por consequência, os índices de poluição, desmatamento e extração de minérios cresceu de forma significativa. Esses graves problemas se configuram principalmente no consumismo exacerbado e na negligência por parte do governo.
Em primeiro plano, é caracterizado como consumismo o ato de comprar em excesso. Essa atitude fica explícita segundo dados do Instituto Akatu, os quais apontam que 76% dos 1.090 entrevistados – homens e mulheres como mais de 16 anos – não praticam o consumo consciente, ou seja, apenas compram de modo compulsório e sem preocupação com o meio ambiente. Assim, dois fatores que auxiliam para que isso ocorra é a obsolescência programada e a induzida, gerando enormes lixões e intensificando ainda mais a extração de recursos naturais.
Além disso, o governo auxilia no déficit da sustentabilidade por meio da falta de fiscalização nas indústrias. Em suma, existem milhares de industrias de base no país que exportam seus produtos para auxiliar na produção de bens duráveis e movimentam a economia brasileira. Entretanto, apesar do benefício econômico, o resultado da falta de fiscalização dessas fábricas é o acontecimento de desastres como o de Brumadinho em Minas Gerais, o qual deixou centenas de mortos e causou danos à flora e à fauna próxima das barragens. Inquestionavelmente, não só o consumo, mas também a produção e extração devem ser conscientes.
Torna-se evidente, portanto, que a carência de fiscalização e o excesso de consumo demandam transformações. Para mudar esse quadro, o Ministério do Meio Ambiente deve criar leis mais rígidas e realizar fiscalizações nas indústrias por meio de visitas periódicas, punindo aquelas que degradam o meio ambiente e impossibilitando-as de vender seus produtos. Em conjunto, a mídia deve relatar esses problemas e alertar a sociedade dos impactos gerados pelo consumismo. Espera-se, com isso, que o planeta consiga se recompor e não atinja o seu esgotamento.