A importância de garantir acessibilidade para todos
Enviada em 03/11/2021
Segundo Aristóteles, “Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”. De maneira análoga a isso, pessoas diferentes possuem necessidades distintas, as quais devem ser atendidas a fim de que todos alcancem uma boa qualidade de vida. Sob essa perspectiva, a razão motivadora, como a falta de acessibilidade a pessoas deficientes no Brasil, deve ser mudada sem morosidade.
Sob esse viés, a falta de políticas públicas para com os deficientes físicos, visual e auditivo, tem se mostrado frequente no Brasil. Nesse sentido, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 45 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, quer seja visual, auditiva, ou até mesmo cadeirantes. Deste modo, a falta de atenção governamental precisa ser mudada, para assim o auxílio adequado a pessoas deficientes seja atendida de forma correta.
Ademais, a falta de infraestrutura em lugares públicos e privados tem se mostrado pouco valorizado, além da falta de rampas para se locomoverem em locais fechados e abertos e a falta de barras de apoios nós banheiros para evitarem acidentes graves, e assim, demostra o descaso governamental para com eles. Nesse viés, como apontado pela lei n° 10.098, do ano de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção de acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Consoante a isso, os problemas causados pela falta de rampas e de barras de apoios nos banheiros, devem ser melhoradas mediante aos riscos que podem causar a eles.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para mudar a falta de acessibilidade para todos. Logo, o governo de Estado deve disponibilizar verbas das prefeituras para melhoria da mobilidade dos deficientes físicos, por meio de adaptações no transporte coletivo, assim como a realização de intervenções urbanísticos, a fim que as cidades se tornem mais acessíveis aos cadeirantes. Dessa forma, organizações não governamentais, juntamente com a mídia, devem conscientizar a população acerca do problema e também utilizarem da panfletagem e comerciais televisivos, para incentivar e pressionar os governantes a realizar essas mudanças.